domínio
| eBusiness | eCash
| m-Commerce
“Nova Economia”
| Portal | SET
| Vortal | WAP
| XML
domínio
Identificação
alfanumérica (mnemónica) de
um endereço IP. Em termos práticos:
todos os conteúdos e todas as mensagens
trocadas na Internet estão sempre
identificadas por um “domínio”. Esqueçamos
o caso dos endereços de mail e fiquemo-nos
pelo tipo de endereço tipo de uma
dada “home page”: por exemplo, www.aip.pt.
O pt
é o chamado domínio de primeiro
nível. O aip é o domínio
de segundo nível. O www é
o domínio de terceiro nível
(não é obrigatório,
mas o uso do "www" para identificar
a home page principal de uma dada
instituição está consagrado).
Os diversos níveis são separados
por pontos.
Os domínios
de primeiro nível correspondem aos
diversos países e territórios,
mais os seguintes (de entre outros): o com
(para empresas; muito popular e responsável
pela célebre expressão “dot
com”); o org (em princípio,
para instituições e projectos
não lucrativos); ou o int
(para instituições internacionais,
com a União Europeia).
A gestão
do domínio de cada país cabe
normalmente a uma dada instituição
nacional (os domínios gerais são
geridos a partir dos Estados Unidos); no
caso de Portugal, essa instituição
é a FCCN. A
FCCN é particularmente rigorosa nas
regras que aplica na atribuição
de domínios. Se procurar alguma flexibilidade,
tente usar o domínio de segundo nível
.co.pt, gerido pela Caleida, que
tem potencial para se tornar popular para
projectos de empresas. No Reino Unido ,
todas as empresas possuem domínios
do tipo “.co.uk”. Este critério é
seguido em alguns outros países.
|topo|
eBusiness
Negócio Electrónico.
Diferente do conceito de comércio
electrónico. Comércio Electrónico
(na Internet) diz respeito a transacções
comerciais conduzidas através da
Internet. Negócio Electrónico
é uma expressão usada normalmente
para descrever o conjunto de procedimentos
e sistemas que têm de ser implementados
para que a utilização da Internet
se torne uma competência nuclear da
gestão de uma dada empresa e uma
característica intrínseca
de todas as suas cadeias de valor.
O eBusiness
tem um mandamento: “customer satisfaction
is everything”: só importa
a satisfação do cliente!
Por motivos cuja explicação
mais completa ficará para outro trabalho,
diga-se para já que o futuro pertencerá
às primeiras empresas que realmente
conseguirem entender o alcance desta máxima
e agir em consequência!
|topo|
eCash
“Porta
moedas multibanco online”. Uma tecnologia,
que ainda não “pegou”, para permitir
micropagamentos através da Internet.
Basicamente, existe um “porta moedas electrónico”,
normalmente sobre a forma de uma aplicação
que reside no computador do utilizador e
que pode ser carregado por exemplo a partir
de um débito a uma conta de cartão
de crédito. A partir daqui, pode
começar-se a efectuar aquisições,
nomeadamente de muito pequeno valor, que
se deverão popularizar à medida
que o comércio electrónico
se vulgarize.
O site www.ecash.com
pertence a uma empresa que está a
usar este termo para promover um conceito
diferente, o que poderá ser confuso.
A “casa oficial” do conceito original de
eCash é a empresa Digicash,
originária na Holanda (e entretanto
adquirida por norte-americanos, após
um conturbado processo de falência
e realocada para os Estados Unidos: a sina
habitual, por enquanto...).
Existem
outras soluções para este
conceito, incluindo o pioneiro CyberCash.
|topo|
m-Commerce
Comércio
Móvel! O conceito inevitável,
face à esperada explosão do
acesso à Internet por telemóvel
e agenda electrónica de bolso. Há
vantagens específicas do acesso à
informação em movimento, ligado
às características da Rede
GSM: o exemplo clássico é
poder ir consultando informação
sempre concernente às diversas etapas
de uma dada viagem, à medida que
esta se desenrola (ou poder aceder a promoções
específicas, numa visita a um Centro
Comercial “físico”). Por outro lado,
as limitações óbvias
dos pequenos ecrãs dos telemóveis,
impõem soluções de
comércio electrónico concebidas
e implementadas especificamente para o meio.
“Nova
Economia”
Existem
bastantes indicadores que vão no
sentido de que as regras clássicas
da ciência económica têm
de ser revistas para um mundo em que a sinergia
entre computadores e telecomunicações
permitem índices de produtividade
e riqueza até hoje desconhecidos.
O caso mais evidente é o do crescimento
sustentado da Economia dos Estados Unidos,
nos últimos 6 anos (ou seja, desde
que em 1995 a Internet, com a IPO da Netscape
e o empenho da Microsoft, se começou
a tornar omnipresente), que vem apresentando
uma conjugação totalmente
inédita de convivência entre
uma taxa de inflação baixa
(inferior a 2%), com um dos níveis
de desemprego mais baixos de sempre na história
do país (inferior ao NAIRU: cerca
de 4%) e um crescimento económico
anual superior a 6%.
É a
emolução deste quadro que
a Europa agora tenta perseguir, como a recente
cimeira de Lisboa deixou bem claro.
Às
empresas para as quais a Internet é
uma competência nuclear efectiva (e
não um acrescento da política
de Marketing), tem-se atribuido o
epíteto de “empresas da Nova Economia”.
|topo|
Portal
“Porta de entrada na Internet”.
Nome que se atribui a um conjunto de web
sites que assumem duas funções
aparentemente contraditórias (mas
que fazem sentido no universo ligado da
World Wide Web).
Por um lado,
são um repositório tão
completo quanto possível de informação
(sobretudo notícias e crónicas)
e serviços (correio electrónico
gratuito; grupos de discussão; chat;
etc.) próprios.
Por outro
lado, proporcionam directórios de
links e/ou serviços de pesquisa para
acesso à Internet.
Ver também:
Vortal.
|topo|
SET
Secure Electronie Transaction.
Uma especificação para comércio
electrónico seguro em que estiverarn
envolvidas as principais organizações mundiais
de hardware e software, como a IBM, a Microsoft,
a Netscape ou a Verisign, e à qual aderiram
tanto a VISA como a MasterCard. Esta especificação
permite, nomeadamente, a confidencialidade
da informação transmitida, a integridade
dos pagamentos processados e a certificação
tanto dos comerciantes como dos utilizadores
dos cartões pertencentes àqueles dois grandes
sistemas internacionais.
Em Portugal,
deve contactar-se a UNICRE.
|topo|
Vortal
Vertical Industry Portals.
Também chamados de “vertical trade
communities”, comunidades virtuais verticais,
definidas em função de um
mercado específico, ou ainda de “Net
marketplaces” (mercados online).
Os vortais (ou “portais temáticos”)
em português, são os lugares
de encontro online de indústrias
inteiras, onde os trabalhadores de um determinado
sector de actividade podem obter facilmente
informação específica
ao sector; notícias sobre a actualidade
do segmento; calendários dos eventos
previstos; notas sobre os últimos
avanços tecnológicos e estatísticas;
entrada em grupos de discussão onde
se trata de matéria relevante, do
ponto de vista profissional; e aceder a
serviços orientados para as suas
necessidades específicas.
O GartnerGroup
estimava em Junho de 99 que já haviam
sido lançados mais de 300 mercados
sectorias baseados na Internet, servindo
indústrias como: Química,
Electrónica, Alimentação,
Consumíveis para Escritório
e Aço. A expectativa de crescimento
apontava para mais de 10.000 vortais no
fim de 2001.
Exemplos de
vortais nos Estados Unidos: VerticalNet;
em Portugal: Cidade
Médica Virtual e Impostos.net.
|topo|
WAP
Wireless Aplication Protocol,
o protocolo sobre GSM para acesso à
Internet a partir de telemóveis.
Graças a esta tecnologia, começa
a ganhar corpo a promessa de acesso à
informação na Internet em
qualquer local, em qualquer altura e em
qualquer dispositivo.
O WAP é
uma abordagem diferente e infelizmente mais
restritiva da que permitiu que a Internet
móvel tomasse de assalto o Japão
(NTT
DoCoMo), mas mesmo assim estima-se que
em 2004 cerca de 1/3 dos europeus (220 milhões
de consumidores) acedam à Internet
através dos seus telemóveis.
Um bom sítio
para se manter actualizado sobre este tema,
é o WAP
Forum.
|topo|
XML
eXtensible Markup Language.
Um termo e uma realidade extremamente técnicos,
relativos a uma especificação
de segunda geração do padrão
HTML. Em termos práticos: o XML possibilitará,
através de tags específicos
definidos sectorialmente, uma muito maior
eficiência nas pesquisas.
|topo|