Jim
Clark decidiu então começar a cobrar pelo
Netscape, 49 dólares americanos, enquanto
que o Explorer, era gratuito e era distribuído
no pacote do Windows.
Tinha
começado a guerra dos browsers, como ficou
conhecida, acompanhada pelos inevitáveis
processos judiciais, sem os quais, até
parece que os americanos já não sabem viver.
Durante dois anos a batalha continuou e
nem sempre foi vantajosa para os utilizadores
da Web, que entretanto tinham aumentado
para milhões nunca inimaginádos. Por um
lado podiam escolher entre um ou outro produto,
assistindo ao seu desenvolvimento acelerado,
mas por outro viam-se forçados a puxar programas
cada vez maiores, ultrapassando os 10 megas,
carregados de funções que raramente se utilizam
e centrando em si ferramentas que outros
fazem melhor.
Estas
foram algumas das premissas para que outras
equipas desenvolvessem outros
browsers.
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