Entre
outros browser alternativos ao Explorer
e ao Netscape, refiro o criado pela equipa
da companhia norueguesa de telecomunicações
em 1994, o qual viria a ser conhecido anos
mais tarde por Opera.
Jon
Stephenson von Tetzchner e Geir Ivarsøy
fundavam em 1996 uma empresa para continuar
a desenvolver o browser fora da companhia
de telecomunicações e assim
vir a comercializar o produto. A Opera Software
começou então a distribuir o novo browser:
mais ligeiro, consumindo menos memória às
máquinas, permitindo assim que sejam utilizados
computadores desactualizados, com algumas
funções inéditas como por exemplo o aumentar,
ou diminuir, percentualmente o ecrã, permitindo
assim, que um deficiente visual amblíope
ou um idoso com fraca vista, possam ler
com mais facilidade. Outras funções foram
previstas para deficientes físicos, como
por exemplo a total navegação com apenas
um botão. Pode encontrar mais informações
no site oficial sobre este tipo de problemas
e dificuldades. Mas mudar o fundo e a cor
das letras, para preto no branco, com um
simples botão, também se revela útil para
aquelas páginas em que os autores, por exemplo,
escrevem a vermelho sobre fundo roxo.
Este
browser não é gratuito como o Explorer.
Após trinta dias de avaliação gratuita,
o seu registo custa 35 dólares americanos.
Em
Portugal também existem esforços no sentido
de criar um browser diferente. Refiro-me
ao Lusitano.
A
Internet é hoje
o meio decomunicação mais popular e rápido
de acedermos à informação pública mundial
e em
grande parte isso deve-se aos browsers.
O
sucesso
do comércio electrónico será criado
através deles.
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