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 As possibilidades de
acesso à Internet têm-se diversificado rapidamente nos últimos
anos, afigurando-se a escolha do tipo de ligação uma tarefa cada
vez mais penosa. Esse acesso
é feito através da ligação a um fornecedor que
disponibiliza os serviços da Internet (ISP), normalmente, mas não exclusivamente, por dial-up, graças ao recurso a uma das seguintes alternativas, em termos de possíveis infra-estruturas de telecomunicações:

O acesso à Internet, em termos da respectiva capacidade, pode ser classificado como de banda estreita(caso do acesso actual, por modem ou RDIS) ou de banda larga (caso por exemplo, do acesso através das linhas de distribuição do sinal da televisão por cabo).
O conceito de capacidade
tem a ver com a quantidade de informação digital que se
consegue buscar ou enviar por segundo. A medida consagrada para a medição
da capacidade é a quantidade de bits que se consegue transmitir
por segundo (cada caracter um byte é constituido
por 7 ou 8 bits; exemplos de caracteres/bytes: um número
ou uma letra do alfabeto).
A medida da quantidade é
feita, por motivos que não vamos desenvolver (veja em baixo como
saber mais sobre isto, se estiver interessado...), em unidades de 2
elevado a múltiplos de 10 caracteres ele são
os bits, para começar; depois, os kilobits ou kapabits
(Kb; 1 Kb = 1024 bits, ou 1024 b); depois, os megabits (Mbs;
1 Mb = 1024 Kb); os gigabits (Gbs; 1 Gb = 1024 Mb); os terabits (Tbs; 1 Tb = 1024 Gb). E por aí fora, através dos
petabits e dos exabits, até o infinito (N.B.: substituindo
os b por B, está-se a falar de bytes
e não de bits: kylobytes, megabytes, gigabytes, terabytes, petabytes,
exabytes, etc.; o resto do raciocínio é o mesmo).
As
linhas telefónicas analógicas (banda estreita)
suportam o acesso mais corrente actualmente, através de modems,
a velocidades de acesso que podem ir até pouco mais de 50 Kbps
(50 kilobits por segundo) no entanto, graças
a uma tecnologia chamada DSL Direct Subscrition Line (ou
ADSL Asynchronous Direct Subscrition Line), é possivel
às linhas telefónicas normais suportarem um acesso muito
mais rápido (na ordem de megabits por segundo, banda larga),
desde que sejam instalados equipamentos específicos nas centrais
de telecomunicações. Uma alternativa de tornar o acesso
por linha telefónica mais performante é a
opção pela RDIS, que poderá
proporcionar em condições óptimas, acessos a velocidades
de 128 Kbps.
O recurso a fibra óptica
(banda larga) ocorre normalmente no caso de ligações
dedicadas permanentes empresariais. O acesso através de rádio
(banda estreita) é utilizado em regiões remotas,
como por exemplo em
lugares
esquecidos por Deus, no coração do continente africano.
Para mais pormenores sobre
as alternativas existentes de acesso de banda larga, consulte
o lexia onde apresentamos o acesso através da rede de distribuição
do sinal da tv por cabo.
Para saber mais Se acha que é importante perceber de bits, bytes, megas e
tutti quanti, há uma excelente explicação sobre o assunto, em inglês, no sítio da ZDNet; em português pode consultar
esta secção do útil
Guia Técnico para Aquisição de
Computadores Pessoais, do Instituto de Informática do Ministério da Economia e Finaças; ou esta página de uma sebenta de um curso da Universidade do Minho que se encontra em linha.
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