CNS - Companhia Nacional de Serviços SA.

Sobre a Internet, Acesso à Internet



As possibilidades de acesso à Internet  têm-se diversificado rapidamente nos últimos anos, afigurando-se a  escolha do tipo de ligação uma tarefa cada vez mais penosa.  Esse acesso é feito através da ligação a um fornecedor que disponibiliza os serviços da Internet (ISP), normalmente, mas não exclusivamente, por dial-up, graças ao recurso a uma das seguintes alternativas, em termos de possíveis infra-estruturas de telecomunicações:

  

Linhas telefónicas analógicas

  

Linhas ISDN ou RDIS

  

GSM, WAP
e os telemóveis da 3ª geração

  

Rádio

  

Satélite

  

Fibras-ópticas

  

Infra-estrutura da TV por cabo

  

Sinal de Televisão

  

Micro-ondas

O acesso à Internet, em termos da respectiva capacidade, pode ser classificado como de “banda estreita“(caso do acesso actual, por modem ou RDIS) ou de “banda larga” (caso por exemplo, do acesso através das linhas de distribuição do sinal da televisão por cabo).

O conceito de “capacidade” tem a ver com a quantidade de informação digital que se consegue buscar ou enviar por segundo. A medida consagrada para a medição da capacidade é a quantidade de bits que se consegue transmitir por segundo (cada caracter – um byte – é constituido por 7 ou 8 bits; exemplos de caracteres/bytes: um número ou uma letra do alfabeto).
       A medida da quantidade é feita, por motivos que não vamos desenvolver (veja em baixo como saber mais sobre isto, se estiver interessado...), em unidades de “2 elevado a múltiplos de 10” caracteres – ele são os bits, para começar; depois, os kilobits ou “kapabits” (Kb; 1 Kb = 1024 bits, ou 1024 b); depois, os megabits (Mbs; 1 Mb = 1024 Kb); os gigabits (Gbs; 1 Gb = 1024 Mb); os terabits (Tbs; 1 Tb = 1024 Gb). E por aí fora, através dos petabits e dos exabits, até o infinito (N.B.: substituindo os “b” por “B”, está-se a falar de bytes e não de bits: kylobytes, megabytes, gigabytes, terabytes, petabytes, exabytes, etc.; o resto do raciocínio é o mesmo).

As linhas telefónicas analógicas (“banda estreita”) suportam o acesso mais corrente actualmente, através de modems, a velocidades de acesso que podem ir até pouco mais de 50 Kbps (“50 kilobits por segundo”) – no entanto, graças a uma tecnologia chamada DSL – Direct Subscrition Line (ou ADSL – Asynchronous Direct Subscrition Line), é possivel às linhas telefónicas normais suportarem um acesso muito mais rápido (na ordem de megabits por segundo, “banda larga”), desde que sejam instalados equipamentos específicos nas centrais de telecomunicações. Uma alternativa de tornar o acesso por linha telefónica mais “performante” é a opção pela RDIS, que poderá proporcionar em condições óptimas, acessos a velocidades de 128 Kbps.
       O recurso a fibra óptica (“banda larga”) ocorre normalmente no caso de ligações dedicadas permanentes empresariais. O acesso através de rádio (“banda estreita”) é utilizado em regiões remotas, como por exemplo em N.B.: ligação a outro web site lugares esquecidos por Deus, no coração do continente africano.
       Para mais pormenores sobre as alternativas existentes de acesso de “banda larga”, consulte o lexia onde apresentamos o acesso através da rede de distribuição do sinal da tv por cabo.

Para saber mais   Se acha que é importante perceber de bits, bytes, megas e tutti quanti, há N.B.: ligação a outro web site uma excelente explicação sobre o assunto, em inglês, no sítio da ZDNet; em português pode consultar N.B.: ligação a outro web site esta secção do útil N.B.: ligação a outro web site Guia Técnico para Aquisição de Computadores Pessoais, do Instituto de Informática do Ministério da Economia e Finaças; ou N.B.: ligação a outro web site esta “página” de uma sebenta de um curso da Universidade do Minho que se encontra em linha.

 
 
Informação: Formas de Difusão Internet, Primeira Página Pessoas

CNS Hipermédia

CNS - Companhia Nacional de Serviços SA.