|

“Bill Gates drops out of college to found a little start-up that, by his 44th birthday, has grown into the most valuable company in the world. His success ensures that the U.S. is in the forefront of a global technological revolution, and he produces a product admired and used by millions. His reward for living the American Dream? Some smart Washington lawyers try to brand him a lawbreaker.”

William H. Gates III, é CEO (Chief Executive Officer Director Geral),
Chairman of the Board (Presidente do Conselho de Administração) e accionista maioritário da Microsoft (com cerca de 15% das acções), uma empresa que ele criou na década de 70 com um colega, Paul Allen e, em consequência, um dos homens mais ricos, influentes e polémicos do nosso tempo.
Numa longa tradição americana (que curiosamente não é de todo seguida em Portugal, mas cada país tem os milionários que merece), uma parte relevante da enorme fortuna que vem acumulando ao longo da sua vida tem sido dedicada à defesa de causas socias meritórias, tanto nos Estados Unidos como em outros países do mundo. E também em parte, em investimentos pessoais em empresas de ponta, normalmente associadas com o avanço do conhecimento humano.
Dizem que é o homem mais rico do mundo. Controla um dos monopólios mais poderosos de todos os tempos, neste momento no meio de uma extraordinária batalha legal, no âmbito da qual a sua prestação pessoal (na forma de depoimentos gravados em vídeo e mensagens de correio electrónico comprometedoras) deixou muito a desejar. E é autor de dois livros, Rumo ao Futuro ( The Road Ahead), onde famosamente não foi capaz de reconhecer a importância que a Internet viria a ter! (mas acrescentou qualquer coisa sobre o assunto nas edições seguintes); e Business @ the Speed of Thought (de que existe uma edição portuguesa, editada pela Temas & Debates, sob o título Negócios à Velocidade do Pensamento), onde são enquadradas as potencialidades do uso da Internet e dos computadores pessoais na gestão das empresas.
Já que referimos os caminhos do futuro, diga-se que Bill Gates foi capaz, em 1995, de fazer algo que era objectivamente de extraordinária dificuldade (e em cujo falhanço os seus principais opositores apostavam seriamente): mudar radicalmente o rumo da sua empresa, que não estava nada virada para a Internet, e torná-la e ao conjunto dos seus produtos, no espaço de 3 anos, no mais importante jogador deste tabuleiro de estratégia. É certo que a Microsoft tinha o dinheiro suficiente para vencer a aposta. Mas não era certo que tivesse as pessoas necessárias, a começar pelo seu líder pelos vistos, teve!
For Gates, business is a game, and what makes it superfun for him is that it's superserious. He is a brilliant strategist with great bandwidth, as they say in Redmond, and he works hard to hire the brightest, most dedicated and most competitive associates. He created an atmosphere at Microsoft in which crushing the other guy was a crusade.
Há uma legião de livros sobre o senhor, sendo muito díficil fazer recomendações, até porque não são normalmente caracterizados pela objectividade. Escolha! E também há uma procissão de web sites: os dele são praticamente os únicos que só têm coisas boas a dizer ( embora haja excepções). A maior parte dos outros são bem diferentes: este não é dos piores...
(N.B.: excertos em inglês de
um artigo da Time)
|