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Correio-e, Compressão de Ficheiros



O envio de ficheiros em anexo (“attachments”) a mensagens de correio electrónico é uma das mais espectaculares facilidades proporcionadas por esta tecnologia. No entanto, estes ficheiros são normalmente inconvenientemente “pesados”, o que quer dizer que levam muito tempo a enviar pelas linhas telefónicas tradicionais. Mas o problema não está em enviá-los – isso só depende da sua paciência! A questão é o desgraçado que os vai receber: se for um empregado seu pelo qual não nutre qualquer respeito, ou um inimigo que despreza ou talvez, nos casos problemáticos, a sua sogra, justifica-se certamente bombardear o seu destinatário com ficheiros que ocupam “megas” em disco e em consequência vão obrigar os seus destinatários a esperar horas para os receber. Mas normalmente, não será o caso e portanto, deveria tentar fazer um esforço para aprender a comprimir os ficheiros antes de os enviar...

captura de ecrã do Wizard de descompactação do WinZip

Esta questão da compactação e descompactação de ficheiros é sem dúvida um dos aspectos mais mistificadores para quem envia e recebe correio electrónico. Tentemos portanto desmistificá-lo, ainda que parcialmente. Não há um processo único (nem uma única aplicação) para comprimir ficheiros, mas o que mais se aproxima de um padrão universal (mesmo no caso dos Macs, da Apple) é o formato .zip. De entre as aplicações para “zipar” (isto da língua em evolução tem as suas coisas...) ficheiros, a mais popular é uma aplicação shareware para PCs chamada N.B.: ligação a outro web site WinZip (os utilizadores de Macs que nos desculpem não darmos explicações para o seu caso, mas o texto que se segue pode ainda assim ser-lhes útil para perceber a lógica do programa que usarem para o mesmo objectivo). N.B.: esta é uma aplicação maravilhosa que merece incontestavelmente ser paga, se for utilizada para lá dos 30 dias do período de experimentação!

Compactação   Carregue o WinZip (N.B.: ligação a outro web site por exemplo da ZDNet) e instale-o no seu computador. Depois, para comprimir um ficheiro, vá ao Windows Explorer (o Explorador do Windows), identifique-o e clique em cima dele com o botão direito do rato.

  A explicação que vamos dar é para sistemas com o Windows 95 ou superior. O primeiro passo é fazer correr o Windows Explorer (na versão do Windows em português europeu, trata-se do Explorador do Windows).
     
  Neste caso estamos a seleccionar uma imagem, que queremos enviar por correio-e (a sua visualização no menu contextual é possível graças ao utilitário N.B.: ligação a outro web site PicaView). Para a comprimir, basta seleccionar a opção “Add to nome_ficheiro.zip”, que aparece sempre por omissão (by default...).

Usando o processo descrito acima, cria-se um ficheiro com o mesmo nome que o ficheiro que se quer comprimir, mas com a extensão “.zip”. O “tamanho” (espaço ocupado em disco) do ficheiro poderá reduzir substancialmente, em relação ao original. É o ficheiro “zipado” que deve enviar para o seu correspondente, partindo do princípio de que ele também possui uma aplicação que lhe permita descompactá-lo e fazê-lo retomar ao seu formato original.

Descompactação   Para descompactar um ficheiro com o WinZip, depois de o extrair do seu programa de correio-e (se for caso disso: com o N.B.: ligação a outro web site Outlook Express, da Microsoft, é caso disso!) poderá utilizar de novo o menu contextual do Windows Explorer. Identifique o ficheiro que recebeu e extraiu do seu programa de correio e clique sobre ele com o botão direito do rato.

  Utilizando a opção assinalada no exemplo, o programa criará dentro da pasta onde está o ficheiro “.zip” uma nova pasta, com o nome do ficheiro “.zip”, onde colocará o ficheiro original (a criação de uma pasta tem a ver com a possibilidade do “.zip” incluir mais do que um ficheiro).

Mais...   Uma das vantagens fundamentais do uso do WinZip é a possibilidade de se poder comprimir num único arquivo .zip mais do que um ficheiro (aliás, podem arquivar-se num único ficheiro, estruturas inteiras de pastas, devidamente organizadas), o que se torna um processo extremamente prático de partilhar informação de trabalho. Basta seleccionar não um, mas vários ficheiros de uma só vez, quando do procedimento de compressão. Para a descompressão, basta seguir as instruções do Wizard.
       O programa oferece uma série de outras possibilidades, que vão muito bem explicadas no seu excelente sistema de ajuda (em inglês). Não deixe de o usar para aprender a tirar o máximo partido da aplicação – se não sabe inglês, tente descobrir um amigo que lhe explique mais pormenores!

configuração do Eudora Pro para não carregar mensagens maiores do que 200 KB (estas mensagens ficam no servidor até nova ordem)

Outra coisa que vale a pena saber, para o caso de querer controlar a sua caixa de correio, é que alguns programas de correio-e permitem ser configurados de modo a só ir buscar informação básica, para todas as mensagens maiores que um dado “tamanho”. Assim, se tiver no servidor uma mensagem superior a um tamanho que determinar (digamos, 200 KB), o seu cliente de correio-e deixa-a lá ficar, carregando simplesmente os headers da mensagens (de quem é, qual o assunto) e as primeiras linhas, assinalando estas mensagens com um ícone específico. Deste modo, poderá avaliar a mensagem que tem à espera e determinar se a quer carregar, se a quer eliminar – neste caso, da próxima vez que aceder ao servidor de mail, o seu cliente em vez de carregar a mensagem, eliminá-la-á.

 
 
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