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WS_FTP Pro: pronto a começar a transferir um ficheiro da Internet para um computador pessoal

A Internet não se limita à Web. Quem usa o correio electrónico (sem ser através de uma daquelas contas gratuitas que normalmente são processadas também através de um browser) sabe bem isso. Para proceder a transferências de ficheiros, pode certamente usar-se o browser, o que aliás, hoje em dia, é o normal... Mas há outros processos. O mais eficiente, é o uso de um dos N.B.: ligação a outro web site diversos clientes que existem especificamente para este efeito.
        Há uma infinidade de alternativas possíveis. As formas de funcionamento variam, mas alguns elementos são obrigatoriamente semelhantes. A maior parte dos clientes FTP para Windows 95 e superior fazem com que o processo se assemelhe a cópia de ficheiros entre pastas (“directórios”) do mesmo computador.
        Neste lexia, vamos usar como exemplo um cliente de FTP clássico, o merecidamente reputado N.B.: ligação a outro web site WS_FTP Pro, ilustrado acima, na sua interface mais antiga (diferente do look&feel do Windows). A maioria dos outros programas apresentarão, de uma forma ou de outra, as características que se referm em seguida.



Tal como nos outros programas deste género, existe uma listagem pré-definida de servidores de acesso público com arquivos populares ou úteis de ficheiros, que se podem explorar – as pastas (“directórios”) destes sistemas possuem por sistema um ficheiro de texto, a que se pode aceder facilmente, para esclarecimento dos respectivos conteúdos; mas isto de facto, com a vulgarização das interfaces HTML (vulgo, “páginas Web”) para exploração de arquivos FTP, não faz normalmente muito sentido.

Hoje, em dia, a utilização de clientes de FTP justifica-se mais nas seguintes duas situações concretas:

  

vai-se carregar um ficheiro interessante, referido numa “página” Web e deduz-se que outros ficheiros igualmente dignos de relevo poderão existir na mesma pasta; se o acesso é por FTP, provavelmente vale a pena tentar investigar o conteúdo da referida pasta...

  

vai-se proceder ao carregamento de um ficheiro de grande dimensão e a perspectiva bem real de o carregamento ficar interrompido a 99% e ter de se começar tudo de novo é no mínimo, traumatizante...

Comecemos pelo primeiro caso. Imaginemos que queremos carregar o software (para Windows 95 e superior) N.B.: ligação a outro web site PC Accelerator 2000, a partir da selecção N.B.: ligação a outro web site Hotfiles, da N.B.: ligação a outro web site ZDNet, uma aplicação que permite configurar (e melhorar) alguns aspectos do funcionamento de um PC com o Windows. O download começará automaticamente, mas pode ser interrompido desde logo. Depois, verifique o endereço do ficheiro que vai carregar:

para o caso de ter curiosidade,  o browser usado nesta ilustração é o NeoPlanet (http://www.neoplanet.com), com a skin Noodlenose...

Através do endereço de FTP acima referido o seguinte, é possível fazer desde já o N.B.: carregamento de ficheiro carregamento do ficheiro. A outra alternativa, mais trabalhosa, seria guardar o URL (usando por exemplo, o menu contextual, a que se acede com o botão direito do rato, nos PCs) e usá-lo para configurar um novo servidor FTP no cliente de FTP.

configuração da identificação de um servidor a que se quer aceder, num cliente específico de FTP

O primeiro passo é a configuração do servidor FTP a que se pretende aceder (na figura acima, identificado como “Host Name/Address”; outros clientes de FTP tratarão de lhe dar outra designação, basicamente qualquer uma menos a óbvia: Servidor FTP ou FTP Server...); as outras opções de configuração são clássicas: destas vale a pena insistir no login.
   
    Um servidor FTP exige sempre um login. Quando o acesso a uma dada área é público, esse login é construído tipicamente da seguinte forma: o username (“User ID”, na ilustração em cima) é “anonymous” ou “anon”; e a password, de acordo com as regras de netiqueta, é constítuida pelo endereço de correio-e do utilizador (ou seja, o fulano@mail.isp.pt não é literal, é um exemplo geral...).

continuação da configuração da identificação de um servidor a que se quer aceder, num cliente específico de FTP

O passo seguinte é geralmente a identificação do caminho (“path”) que conduz à pasta (folder, directório) a que se quer aceder no servidor (alternativamente, há provavelmente a possibilidade de se navegar pela estrutura de directórios até lá se chegar). Depois, procede-se à ligação propriamente dita (consulte o resultado na primeira ilustração deste lexia, lá para cima...).

Há uma vantagem inestimável no uso dos clientes de FTP de última geração: os downloads podem ser retomados (automaticamente!) do ponto onde eventualmente tenham sido interrompidos. Quem já tentou fazer o carregamento de um ficheiro de vários megas através de um browser, para ver o processo abortar no último segundo e ter de recomeçar do zero sabe bem o que isto pode valer.
       Uma última nota, com o seu interesse: alguns clientes de FTP, como o muitíssimo recomendável N.B.: ligação a outro web site Bullet Proof FTP, podem ser usados de uma forma bastante transparente para proceder ao carregamento de ficheiros, quer por FTP quer por HTTP, garantindo quase sempre que qualquer download interrompido possa ser retomado no ponto onde se tenha ficado.

Para saber mais   Se estiver interessado em publicar informação própria na Internet, quase de certeza que terá de usar um cliente de FTP; neste caso, alguns aspectos são diferentes...

 
 
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