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Glossário, E – H



emoticons

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EDGE

Enhanced Data rates for Global Evolution, uma técnica de modulação de rádio desenvolvida para GSM e TDMA (ANSI-136). Quando combinada com o GPRS, dá uma largura máxima de banda de 384 kbit/s por subscritor.

ETSI

European Telecommunications Standards Institute. Formado pela Comissão Europeia em 1998, inclui fabricantes e operadores. O seu objectivo é definir standards que permitam ao mercado europeu funcionar como um todo ao nível das telecomunicações.

FAQ

Frequently Asked Questions – Questões Frequentes. Um conceito que a Internet fez explodir, a lista com as questões mais frequentes sobre um dado tema e as respectivas respostas. Existe uma tentativa de listar as FAQs da Internet em N.B.: ligação a outro web site Internet FAQ Archives.

firewall

Um sistema de segurança de rede, cujo principal objectivo é filtrar o acesso, uma medida de segurança que pode ser implementada para limitar o acesso de terceiros a computadores ligados à Internet.
       Para mais considerações sobre o tema, clique aqui.

GPRS

General Packet Radio Service. Técnica de transmissão de dados que não que transmite e recebe dados em pacotes. Faz um uso muito eficiente do espectro de rádio disponível e os utilizadores pagam apenas o volume de dados enviados e recebidos.

GSM

Global System for Mobile Communications. Inicialmente definido com um standard Europeu para a rede de telefones digitais celulares, o GSM é agora um dos principais standards digitais sem fios. Usa o interface TDMA e pode ser implementados nas frquências 900 MHz, 1800 MHz ou 1900 MHz.

hacker

“Técnico altamente dotado”: o verdadeiro especialista, perito em habilidades nada evidentes para o comum dos mortais, em utilizar computadores e a Internet...

hipermédia

Na acepção mais vulgar do termo, trata-se de hipertexto enriquecido por elementos multimédia (imagens estáticas, imagens em movimento, sons, segmentos de vídeo, etc.).
       O termo “hipermédia” também pode servir para classificar os processos e tecnologias que permitem a concepção e utilização de sistemas que suportam a criação, gestão e distribuição de redes multidimensionais de informação multimédia, caracterizadas por permitirem acesso flexível, navegação e modelação de informação através de interacção com o utilizador e a possibilidade de este abrir os seus próprios caminhos.

hipertexto

Palavra cunhada nos anos 60 pelo teórico e académico americano N.B.: ligação a outro web site Theodor H. Nelson: “Por hipertexto, pretendo significar escrita não sequencial; um texto que se ramifica e permite escolhas ao seu leitor, e que preferencialmente deverá ser consultado num ecrã interactivo. Em suma, uma série de blocos de textos (ver lexia), relacionados por ligações que permitem aos leitores diferentes caminhos.” Portanto, na sua acepção original, o termo “hipertexto” pode ser utilizado para se referir a qualquer documento electrónico, incluindo web sites, onde se utilize esta técnica.
       No entanto, há uma acepção mais “pura”. Embora o termo tenha sido criado por Nelson, o conceito já existia desde pelo menos os anos 40. Uma das variantes mais interessantes é a do filósofo francês Roland Barthes (que imaginou o seguinte como exercício intelectual, sem pensar em computadores): “Neste texto ideal, as redes são muitas e interagem, sem que nenhuma se consiga sobrepor às restantes; este texto é uma galáxia de significantes, não uma estrutura de significados; não tem princípio; é reversível; ganhamos-lhe acesso por diversas entradas, nenhuma das quais pode ser considerada como principal; é infinito...” Nesta acepção mais “pura”, para poder ser caracterizado como “hipertexto”, o sistema tem de ser por definição aberto, de uma textualidade inacabada, e sem fim. Este sistema aberto é definido pela existência continuada de ‘ligações’ (ou ‘remissões’), ‘nós’ (ou ‘nódulos’), ‘redes’ (ou ‘teias’) e ‘caminhos’ (ou ‘trilhos’).
       Para considerações mais práticas, clique aqui.

HTML

Hypertext Markup Language. Conjunto de regras que permitem descrever a estrutura (e cada vez mais, a formatação e outros aspectos descritivos) do conteúdo de um documento, de modo a que este possa ser descodificado e mostrado adequadamente na janela de um browser. Markup, porque se usam etiquetas (por exemplo, para a palavra “bola” aparecer em negrito, como merece, sempre, codifica-se assim: <b>bola</b>; resultado: bola.

HTTP

Hypertext Transfer Protocol. Um protocolo para comunicações entre computadores, normalmente utilizado sobre a Internet e intranets, e que permite a existência da World Wide Web. Invenção de Tim Berners-Lee, no N.B.: ligação a outro web site CERN, no princípio dos anos 90.

hyperlink

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